“Nocturnus: Ascensão de Arcana”, Rafael Loureiro

capa

LOUREIRO, Rafael – Nocturnus: Ascensão de Arcana, Barcarena, Presença, 2010

Sinopse: Neste segundo volume da Trilogia Nocturnus entramos uma vez mais num universo intenso de romance, aventura e emoções fortes. Passaram-se quase seis anos desde a derrota do tirano Alexandre Phoenix. Aracana floresce agora sob a regência de Janus MoonHunter. Mas, no seu íntimo, Daimon ouve ainda o sussurro que lhe segreda que algo está errado. Um terrível acontecimento abate-se sobre os vampiros de Arcana: a Lei do Silêncio é quebrada! A Daimon, Janus, Andrew, Lilia, Pandora e Ascelli juntam-se agora três outros vampiros, enviados a Arcana para ajudar a encontrar e punir aqueles que desafiaram quebrar a Lei. Mas também estes forasteiros guardam segredos, e Daimon desconfia que o culpado poderá estar mesmo a seu lado…

Opinião: Após a queda do tirano, tudo parece encaminhado para que Arcana se torne numa comunidade próspera e pacífica, contudo, as premonições de Daimon tornam-se reais quando um atentado é levado a cabo durante o evento da assinatura do tratado de paz, não resultando o mesmo em maiores danos pela intervenção do próprio Daimon.

Apesar do mistério de quem levou a cabo o atentado e o porquê pelo mesmo se encontrarem sempre presentes, as acções da história concentram-se mais na eliminação de vestígios, já que a notícia do incidente foi elaborada por quatro jornais – um deles lançando mesmo a hipótese de vampiros – e os corpos dos companheiros foram levados por humanos para estudo, colocando assim em risco o segredo da raça vampírica.

Apesar de ter um bom encadeamento dos acontecimentos, sem que estes se pareçam precipitar nem momentos de monotonia, alguns deles poderiam ter tido um melhor desenvolvimento. Inversamente, numa certa altura do livro Daimon tornou-se repetitivo nos seus pensamentos, não sendo necessário que ele mencionasse tantas vezes as suas inseguranças por palavras tão similares para que o leitor compreendesse o quanto aquelas questões o incomodavam e começavam, de certo modo, a deixar obcecado.

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